As crónicas de jornal tornaram-se um meio em que alguém, sem base, define verdades. Os escritos do Dom Pereira, o espreita são um caso sintomático. A culpa é de quem os lê, claro, que no meio de uma argumentação, vem com o dito opinativo, na postura: se o supra-sumo disse, é verdade. Poupem-me. Opinião não é verdade. É preciso material de base, númerozinhos, sustança. E mesmo assim...
A virtude da opinião é fazer raciocinar e construir a contra-opinião e com isto vamos tecendo a manta da nossa opinião. Até que a gente se sente e coloque alicerces na confusão, só existe opinião. OK?
Caso de estudo interessante no canhoto.
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sexta-feira
quinta-feira
O espreita
Estive a ler o texto completo do Pacheco Pereira e penso que o sr. passou-se. Desculpem não arranjar palavrear mais erudito, mas é que há palavras que dizem tudo. O Pacheco Pereira passou-se. O texto é nojento. Há bloguistas citados que são pessoas inteligentes, com boa argumentação e com quem se pode aprender. Ele pinta-os como seres tristes, pervertidos, doentes mentais a precisar de tratamento urgente. Mas onde pára esse ambiente tenebroso? Perversão para mim é ele andar a espreitar as caixas dos comentários dos outros com más intençoes. Isso sim. Cá pra mim, uma dessas alcunhas tenebrosas usa gabardine e chama-se JPP.
quarta-feira
O mau e o bom
Felizmente o Bandeira só começou o blogue dele em Maio. Infelizmente já vou em Outubro.
segunda-feira
Estou apopléctica*
Só hoje é que soube (mesmo há pouquinho) que o Bandeira tem blogue!!!!
Porque é que ninguém me diz nada? Nunca ninguém me diz o que é importante. Sei dos putos todos que nasceram a gente que nem me lembra nessa porra de país e ninguém me diz que o Bandeira tem blogue?!?
* Já agora. Já não era tempo de porem esse acordo ortográfico a mexer? A ver se se tira, por exemplo, aquele "c" ali acima. Fica mesmo mal. Até as borbulhas me ficam melhor. Devem ter mais o que fazer! Como fazerem de fumo-pides.
P.S.: já devem ter dado conta, mas confirmo: hoje estou num daqueles dias...
Porque é que ninguém me diz nada? Nunca ninguém me diz o que é importante. Sei dos putos todos que nasceram a gente que nem me lembra nessa porra de país e ninguém me diz que o Bandeira tem blogue?!?
* Já agora. Já não era tempo de porem esse acordo ortográfico a mexer? A ver se se tira, por exemplo, aquele "c" ali acima. Fica mesmo mal. Até as borbulhas me ficam melhor. Devem ter mais o que fazer! Como fazerem de fumo-pides.
P.S.: já devem ter dado conta, mas confirmo: hoje estou num daqueles dias...
quarta-feira
A necessidade de comunicar
Os blogues são outra, mais outra maneira das pessoas se exprimirem. Estamos sempre a comunicar desde que outro esteja a captar o nosso olhar, o nosso andar, manear, falar, sorrir, o que escrevemos, uma corrente de nós a chegar a alguém. Será mentira, pretensão, palermice, mentira, teatro, mas até no engano deixamos a nossa impressão pessoal. Estou aqui. Se responderes eu sei que existo.
Tenho um trauma
Ou como diria o meu irmão: uma pancada das grandes. A culpa, claro está, é dos meus pais. Foram eles: o meu pai com os seus discursos absurdos das horas da refeição (mais trabalhados ao Domingo, depois da missa), que eu tentava ignorar concentrando-me na sopa de letras ou nos meandros do frango assado; ou as lamúrias amalianas da minha mãe, mostrando como o fado não é só música, mas um estilo de vida. Como qualquer adolescente sadia, eu prometi-me nunca ser como eles. Mas na minha fragilidade, cultivou-se em mim esta sede de os ouvir a dizer disparates. Agora que vivo bem longe deles, o tempo que falo com eles é demasiado curto. Substituí a necessidade lendo os blogues "liberal-economistas". Leio e sorrio condescendentemente, leio e chateio-me, leio e horrorizo-me se alguma das vezes há uma opinião como a minha. Uma coisa é certa: eu preciso de ler os disparates dos "liberal-economistas". Tira-me as saudades dos meus pais.
quinta-feira
O insulto
Isto provavelmente nao e' nada novo para outros bloguistas, mas isto de ser objecto de insultos na caixa de comentarios e' novo para mim. No principio fiquei chocada. Depois fiquei insultada pela magreza do insulto. So isto? Que raio de insulto e' este? Sera a minha sobrinha de 11 anos? Mas nao pode ser. Os insultos dela sao pequenas maravilhas que anteveem uma inteligencia sagaz e um futuro glorioso de pouquissimos, mas fieis amigos. Nem sao insultos. Sao criticas. Destrutivas, mas ainda assim, contruidas na observacao caustica dos defeitos dos outros. Que orgulho... Alem de que essa minha sobrinha, fruto de uma mistura estranha de genes piratas e pastores, contrabandistas, gentes de foice e garrafao na mao, contestatarios e nunca cobardes, critica pela frente, a carimbar com cuspe a assinatura na testa. Para minha eterna infelicidade, eu herdei a espuma arrogante, formei-me sem o espirito fervente do alcool decantado pelas geracoes.
Onde e' que eu ia?
Ah, ainda que este insulto seja tao misero, geralmente gosto de responder a quem se da ao trabalho de colocar comentarios, assim eu riposto: SEU ABOMINAVEL HOMEM DE FELGUEIRAS!
Prontos. Espumoso, mas foi o que consegui.
Onde e' que eu ia?
Ah, ainda que este insulto seja tao misero, geralmente gosto de responder a quem se da ao trabalho de colocar comentarios, assim eu riposto: SEU ABOMINAVEL HOMEM DE FELGUEIRAS!
Prontos. Espumoso, mas foi o que consegui.
terça-feira
Começou a época da caça
Façam o favor de surfar pela blogosfera e vão ver de tudo. Eu que tenho como filosofia ver todas as cores da paleta fiquei maravilhada.
Há:
1) os que defendem que o caos dos últimos dias é um movimento pela supremacia ocidental;
2) os que defendem que foi pela liberdade de expressão;
3) os que defendem que é um movimento de hipócritas que acobertados pela liberdade de expressão querem afirmar a supremacia ocidental;
4) os que defendem que a supremacia ocidental deve tomar as sociedades muçulmanas à má fila, de mansinho, a rastejar e quando eles derem por ela já não escapam;
5) os que defendem que isto foi um movimento islamófobo;
6) os que defendem que somos islâmico complacentes;
7) os que defendem que o importante é a segurança, lixe-se a liberdade de expressão;
8) os que defendem que se queremos defender os nossos valores é juntando-nos aos americanos no Iraque;
10) os que defendem a responsabilização dos jornalistas;
11) os que defendem limitar a liberdade de expressão.
A blogosfera é um mundo de pluralidade e eu gosto.
Ora bem, eu escolho 2,6,10.
Há:
1) os que defendem que o caos dos últimos dias é um movimento pela supremacia ocidental;
2) os que defendem que foi pela liberdade de expressão;
3) os que defendem que é um movimento de hipócritas que acobertados pela liberdade de expressão querem afirmar a supremacia ocidental;
4) os que defendem que a supremacia ocidental deve tomar as sociedades muçulmanas à má fila, de mansinho, a rastejar e quando eles derem por ela já não escapam;
5) os que defendem que isto foi um movimento islamófobo;
6) os que defendem que somos islâmico complacentes;
7) os que defendem que o importante é a segurança, lixe-se a liberdade de expressão;
8) os que defendem que se queremos defender os nossos valores é juntando-nos aos americanos no Iraque;
10) os que defendem a responsabilização dos jornalistas;
11) os que defendem limitar a liberdade de expressão.
A blogosfera é um mundo de pluralidade e eu gosto.
Ora bem, eu escolho 2,6,10.
sábado
O espelho da presunção
Há muita presunção na blogosfera. Tenho muitas vezes a impressão que os blogues de referência são um mundo fechado de grandes egos que eu estou a perscrutar. Sinto-me então desconfortável. Há ideias muito interessantes nos blogues, aprende-se muito e há bloguistas que escrevem bem e com espírito de camaradagem. Mas há outros que têm súbitos de tanta empáfia que se fica parvo a ver as palavras que se juntam para formar ideias, que vêm, imagino, daquela coisa chamada elitismo intelectual. Hoje decidi deixar de visitar um deles. Há muitos bons blogues para perder tempo a ler vaidades.
Lembram-me o conto da Branca de Neve, com a sua rainha má e o seu espelho e penso se não usarão a blogosfera como esse espelho.
Lembram-me o conto da Branca de Neve, com a sua rainha má e o seu espelho e penso se não usarão a blogosfera como esse espelho.
segunda-feira
O número um
Após meio ano de surfe pela blogosgera, decidi o meu preferido, medalha de ouro, cinco estrelas.
George, o cáustico.
My lord, your crown.
George, o cáustico.
My lord, your crown.
sexta-feira
Soares e a blogosfera
Os blogues de direita dão-me vontade de votar Mário Soares.
Os blogues de esquerda dão-me vontade de não votar Mário Soares.
Questão que me passa pela cabeça e eu nem sei porquê: um veneno é o antídoto de outro veneno?
Os blogues de esquerda dão-me vontade de não votar Mário Soares.
Questão que me passa pela cabeça e eu nem sei porquê: um veneno é o antídoto de outro veneno?
sábado
Olá, agradecimento, parabéns
Tenho blogue há três meses. Começou por acidente e acabei por usá-lo para agarrar, com palavras, pensamentos, interrogações, indignações, sensações, brincar comigo como mirando-me num espelho. Apreender o que se passa, que por vezes me ultrapassa a não ser que eu pare e olhe. Zanzando pela blogosfera acabei por fazer "contactos". Dou-me conta que sou visitada. Pensei que tinha chegado o momento de...
Para todos os que aqui param sem blogue um olá. Para os blogistas que me visitam um vibrante "Oi, galera!", para os que eu visito, um agradecimento por sorrisos que me tenham despontado, por algo que me tenham ensinado, por despertarem-me curiosidades, me fazerem pensar ou até por me exasperarem.
Finalmente, parabéns à Rua da Judiaria pelo seu segundo aniversário. Desculpa o atraso, mas no início achei que não era importante, que a Abrunho é fruta miúda debaixo da árvore. Mas fiquei com medo de parecer rude e para não arriscar e como gosto de delícias assim, porque a rua da judiaria é blogue que eu visito há imenso tempo, que me desnortearia se acabasse, aqui vai o meu abraço. Que eu possa continuar a lê-lo por muitos e bons. Não é preciso agradecer de volta.
{Esta é a última que me apanham nestas lamechices, snif, snif...}
Para todos os que aqui param sem blogue um olá. Para os blogistas que me visitam um vibrante "Oi, galera!", para os que eu visito, um agradecimento por sorrisos que me tenham despontado, por algo que me tenham ensinado, por despertarem-me curiosidades, me fazerem pensar ou até por me exasperarem.
Finalmente, parabéns à Rua da Judiaria pelo seu segundo aniversário. Desculpa o atraso, mas no início achei que não era importante, que a Abrunho é fruta miúda debaixo da árvore. Mas fiquei com medo de parecer rude e para não arriscar e como gosto de delícias assim, porque a rua da judiaria é blogue que eu visito há imenso tempo, que me desnortearia se acabasse, aqui vai o meu abraço. Que eu possa continuar a lê-lo por muitos e bons. Não é preciso agradecer de volta.
{Esta é a última que me apanham nestas lamechices, snif, snif...}
Para os blasfemos que passem por cá
quarta-feira
Imparcialidade (## Actualização estilo Casmurro)
O que é isto?
Um palavrão desconhecido dos bloguistas políticos.
Uma mesma entrevista e Soares é, para uns, múmia de sarcófago e, para outros, sábio geniquento.
Estou a ser má. Porque não poderia uma sábia múmia de sarcófago não ser geniquenta? Olha aquele filme. A múmia, pois. Que eu me lembre, a múmia era super-geniquenta.
##
- Abrunho, como podes esperar imparcialidade na política? Política são pessoas, líderes e acólitos.
- As ideias?
- É secundário.
- Tudo vale, até a pretensão da cegueira?
- É um jogo Abrunho. Já tens idade para não seres parva.
- Eu percebo, mas faço-me de cega com medo de me tornar cínica.
Um palavrão desconhecido dos bloguistas políticos.
Uma mesma entrevista e Soares é, para uns, múmia de sarcófago e, para outros, sábio geniquento.
Estou a ser má. Porque não poderia uma sábia múmia de sarcófago não ser geniquenta? Olha aquele filme. A múmia, pois. Que eu me lembre, a múmia era super-geniquenta.
##
- Abrunho, como podes esperar imparcialidade na política? Política são pessoas, líderes e acólitos.
- As ideias?
- É secundário.
- Tudo vale, até a pretensão da cegueira?
- É um jogo Abrunho. Já tens idade para não seres parva.
- Eu percebo, mas faço-me de cega com medo de me tornar cínica.
quinta-feira
Amores arborícolas
Eu vou ao blogue Dias com Árvores com prazer. O nascimento da blogosfera presenteou-nos com pequenos cantos de doçura. O contentamento calmo da natureza. A majestade de uma árvore. Como estes mundos sobrevivem nas cidades, neste caso concreto, no Porto.
Há uns bons dias li este poste. Extractos de amores monógamos a árvores. Desde aí acordei para as árvores da cidade em que vivo e dei-me conta que não há uma árvore individual de que goste. Vivo em Hamburgo, Alemanha, uma cidade florestada. Com excepção do centro, o resto da cidade tem inúmeras árvores. Tem jardins e canais e tudo árvores e árvores e árvores. Olhei para elas uma a uma e como eu não sou bióloga eu não tenho a mínima ideia do seu nome. Mas o meu olhar estava sempre a fugir para a outra ali ao lado. São tantas as árvores que a individualização de uma árvore que se goste é impossível. Eu gosto da multidão. Agora no Outono é um festival e o meu olhar entristeceu ao pensar no dia em que partirei. Geralmente este dia sabe a doce de rosas, mas quando imaginei o mundo cruel das cidades portuguesas, em que se chora cada árvore com tanta dor, eu entristeci. Eu quero viver na cidade da multidão. Eu quero muitas árvores à minha volta e quando uma árvore morrer ter as outras todas para me consolarem...
Há uns bons dias li este poste. Extractos de amores monógamos a árvores. Desde aí acordei para as árvores da cidade em que vivo e dei-me conta que não há uma árvore individual de que goste. Vivo em Hamburgo, Alemanha, uma cidade florestada. Com excepção do centro, o resto da cidade tem inúmeras árvores. Tem jardins e canais e tudo árvores e árvores e árvores. Olhei para elas uma a uma e como eu não sou bióloga eu não tenho a mínima ideia do seu nome. Mas o meu olhar estava sempre a fugir para a outra ali ao lado. São tantas as árvores que a individualização de uma árvore que se goste é impossível. Eu gosto da multidão. Agora no Outono é um festival e o meu olhar entristeceu ao pensar no dia em que partirei. Geralmente este dia sabe a doce de rosas, mas quando imaginei o mundo cruel das cidades portuguesas, em que se chora cada árvore com tanta dor, eu entristeci. Eu quero viver na cidade da multidão. Eu quero muitas árvores à minha volta e quando uma árvore morrer ter as outras todas para me consolarem...
domingo
Katrina

A tragédia provocada pelo furacão Katrina em Nova Orleães poderia fazer-me mudar o nome do meu blogue de Contemplamento para a palavra, usada pelo Pres. Sampaio na sua carta de condolências ao Pres. Bush, de Assombro. No início assombro indignado, tal como o que contaminou a blogosfera endoidando os opinientos.
Quando me chegaram as primeiras notícias eu julguei sinceramente que havia gralha na notícia que dava MILHARES de pessoas como mortas. Erro jornalístico, lá é possível, aquilo são os EUA!!! Mas não, é verdade. Indignei-me e a minha primeira reacção foi "estes tipos andam a pregar lições ao mundo, mas deixam uma desgraça destas acontecer no seu próprio país!"
Do que li, apercebi-me:
1) problemas de descálculo, de confiar nos santinhos, de descoordenação;
2) problema de armas -> violência;
3) problema de segregação racial.
Penso que os portugueses têm reflexões a fazer para a sua própria sociedade no ponto 1 e 3. Pergunto-me: há exercícios de simulação na região de Lisboa para o caso de ocorrer um terramoto e tsunami? Qualidade da construção?... Qual o nível de vida da comunidade negra portuguesa? Qual a tendência para serem pobres?
Crianças em Tóquio participam num exercício de simulação de um terramoto.Ridículas são as opiniões despejadas como se Portugal fosse o 51. estado dos EUA. Já repararam que não votam lá? Como se os americanos andassem preocupados com o que os portugueses pensam. Quase que estou à espera de uma demonstração contra Bush e pelas vítimas de Nova Orleães. Sinto de novo a perplexidade pelo alheamento a notícias relativas a situações de criminalidade graves em Lisboa [o relato há uma semana relativamente à Alta de Lisboa], situação em que as pessoas realmente podem pedir medidas, actuar, e, neste momento de autárquicas, informar-se e discutir as propostas sociais dos vários candidatos, contribuindo com uma escolha pensada.
Li alguns raciocínios desonestos. Pessoas que têm uma máxima e usam a situação de Nova Orleães para apoiar o que lhes ia na cabeça ainda antes do furacão arrasar. Isto tanto para os anti-americanos como para os liberais [normalmente teóricos, que enformam a realidade aos seus axiomas de liberalização, mesmo que tal os leve ao absurdo - ver o Blasfémias e o conceito de responsabilidade dos cidadãos de Nova Orleães].
sexta-feira
quinta-feira
No CATAPLUM
QUANTIFICAÇÃO ESTATíSTICA DE POSTS[????]
Alguns axiomas:
- Quanto mais sexo, menos posts;
- Quanto menos trabalho, mais posts;
- Se você está sem assunto, é porque leva seu blogue a sério;
- Se você tem muito a dizer, é porque seu blogue é chato;
- Quanto mais inteligente o cidadão que bloga lhe parece, mais chato será o seu blogue.
Questão do dia:
- Serei chata?
sexta-feira
Adeusinho

O Aviz acabou. Nos últimos tempos perdi alguns dos blogues que se me tornou hábito acompanhar, muito antes de eu ter este canto. No tempo em que eu estaria na mesma a pensar nisto, mas em que não o escreveria aqui. Se o escrevesse acabaria nas costas de um relatório, de um daqueles papéis chatos da administração, na melhor das sortes no meu caderno de notas, entre o relembrar de ir às compras e aquela tarefa chata para sempre rescrita e esquecida. Desculpem, estou a divagar, a fazer gincana ao adeus.
Obrigado pelos dias em que o meu bom dia foi a página do Aviz, obrigado por ter sido o cais de partida para os outros blogues e um obrigado muito, muito especial pela descoberta, para mim, de Edward Hopper. Boas escritas.
Causas
O Abrupto continua a liderar a campanha PODE O GOVERNO SFF COLOCAR EM LINHA OS ESTUDOS SOBRE O AEROPORTO DA OTA PARA QUE NA SOCIEDADE PORTUGUESA SE VALORIZE MAIS A “BUSCA DE SOLUÇÕES” EM DETRIMENTO DA “ESPECULAÇÃO”?
Outra causa: poderia o Público lançar uma versão em linha do "Inimigo Público"? Para os desterrados? SFF? :-)
Pedido, também ao Público: quando o Miguel Sousa Tavares não publica a sua crónica, podiam pôr uma nota a confirmar o seu bem-estar? Ele tem mostrado tal pessimismo que eu ando preocupada. Força MST! :-)
Outra causa: poderia o Público lançar uma versão em linha do "Inimigo Público"? Para os desterrados? SFF? :-)
Pedido, também ao Público: quando o Miguel Sousa Tavares não publica a sua crónica, podiam pôr uma nota a confirmar o seu bem-estar? Ele tem mostrado tal pessimismo que eu ando preocupada. Força MST! :-)
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