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sexta-feira

I like birds



I cant look at the rocket launch

The trophy wives of the astronauts
And I wont listen to their words
cause I like
Birds

I dont care for walkin downtown
Crazy auto-car gonna mow me down
Look at all the people like cows in a herd
Well, I like
Birds

If youre small and on a search
Ive got a feeder for you to perch on

I cant stand in line at the store
The mean little people are such a bore
But its alright if you act like a turd
cause I like
Birds

If youre small and on a search
Ive got a feeder for you to perch on
Ive got a feeder for you to perch on
If youre small and on a search
Ive got a feeder for you to perch on
Ive got a feeder for you to perch on


Eels, I like birds

Eu também gosto de pássaros.
;-)

A rima nos sentidos perdidos


Há três dias fui ver o Inland Empire. Se eu escrevesse um poste logo depois de ver o filme, consistiria em: "daqui a um mês talvez possa dizer qualquer coisa". O problema do filme é que se pode falar um mês e arranjar novas coisas para dizer. É uma autêntica provocação à imaginação. Merecia uma violação num beco de Hollywood. É um filme de mini-saias! Uff.....

A primeira hora tem sentido, melhor, sentidos limitados, mesmo, a esperança de um sentido. É uma hora de argumento com a possibilidade de um caminho, pelo que na primeira hora eu estava aborrecida. Uma pessoa com pouca imaginação gosta é da primeira hora. A seguir as galinhas saiem da capoeira e é o tumulto no quintal. Aí o boi tem que ser domado. E digo-vos: a merda do boi arrasa-vos o cachaço. Não recomendável a pessoas de neurónios linearmente posicionados e facilmente enojados com cabelos no ralo do duche.

P.S.: falando a sério: achei-o um filme muito feminil. Todas as vidas/possibilidades/cruzamentos que temos cá dentro e o amor como a maior aspiração de uma mulher. Mas isto sou só eu. Se alguém disser que vê no filme a reflexão tónica do existencialismo num espelho estilhaçado; está bem. Ou: a esquizofrenia latente na manhã de cada um de nós; está bem. Ou até: a forma de uma nuvem numa chave de fendas; também está bem. É poesia, minha gente, PO-E-SIA. {não estou a sarcasmar, ok? Eu gostei da merda do filme! Sou capaz de não conseguir jamais escrever com sentido ao pensar nele, mas... Uff...}

quarta-feira

Nao ha' nada a fazer

Por vezes, tem mesmo que se enfrentar a vida. E o que tem de ser, tem muita forca.

P.S.: E' uma chatice ter de escrever isto sem c de cedilha.

terça-feira

Estive praqui a pensar...

... que se morrer a minha vida vai-se tornar muito mais fácil.

sexta-feira

Como?

Como é que as pessoas são felizes? Como é que é possível alhearem-se assim do mundo? Queria perceber. Queria ser mesmo assim como elas: alheada ou forte ou acima de certas coisas. Acho-as parvas, mas queria ser feliz e parva como elas.

Eu hei-de ir é para

Vanuatu.

terça-feira

O meu crescimento interior

Nestes últimos dias recolhi mais uma prova de que sou de esquerda porque defendo o Zidane na sua cabeçada ao neandertal Materazzi, compreendi que o novo complexo sebastianista de Portugal é o Mourinho, complexo esse de que eu própria sofro, e que o estatuto do CO2 como poluente é em si uma bela discussão filosófica. É nestes momentos que percebo o que a blogosfera faz pelo meu próprio auto-conhecimento como pessoa, como portuguesa e como profissional. Quer dizer, é espantoso.

sexta-feira

Ser europeu no Chile e no Brasil...

Para o meu amigo chileno eu não tenho aspecto de europeia porque sou como ele. Os europeus têm o aspecto da sua namorada sueca. Por seu lado uma minha amiga alemã, que está no Brasil, contou-me que os brasileiros desprezam os argentinos e apontam-lhes o dedo dizendo "Esses cara são europeu!" Talvez valha a pena pensar nisto. Provavelmente não.

quinta-feira

Haverá título para isto?

É uma sensação desesperante. Anda meio mundo a explorar o outro meio e é preciso é ter a sorte de ter nascido na metade certa. Uma pessoa tenta explorar o menos possível, mas não há escape. Além disso, é-nos dito que a solução é mesmo o materialismo. A solução é produzir, consumir, deitar fora. Produzir, consumir, deitar fora. Produzir, consumir, deitar fora. Parece que eu sou zen. Eu não sei o que sou. Neste momento eu não tenho a mínima ideia o que sou. Mas tudo isto deprime-me. O que me deprime é eu não ser suficientemente zen. De eu não fazer realmente algo útil e estar aqui, na metade boa, em vez de fazer algo que valha a pena na metade má. Ou talvez o pouco que faça de bom é suficiente. Eu sou pobre, mas ser pobre nesta metade do mundo não é nada de especial. Não é como ser pobre do outro lado. Um pobre do outro lado tem inveja da minha pobreza. Não sei que faça, mas sei que me sinto mal, deprimida e que isto é inútil. Completamente inútil.

terça-feira

Onde é que estavas a 25 de Abril de 1974?

Boa pergunta.

Metade de mim estava num estado de profunda desilusão. Anos e anos a ver as irmãs a sairem à aventura e 1/2 de eu nada. Ainda não. Ainda não é a tua vez. E 1/2 de eu ficava a ver o tempo a passar. A coisa estava a ficar preta.

A outra metade era uma possibilidade de girino, que a sofrer de artrite, artrose e que mais, havia de vencer todos os escolhos e meter o golo no buraco de golfe. Um feito, meus senhores.

Sou um benjamim de filme americano. Contra todas as adversidades, no último momento, eu surgi e venci. Yes!

Queixas

Recebi uma queixa de que não devia por aqui o texto do maradona (não queixa dele por sinal), por isso eu eliminei-o (mas guardei-o nos meus arquivos. schhhhh. he he he).

Outra queixa foi à carga de fotografias de homens no meu blogue. Fiquei um pouco espantada. Eles nem estão em trajos menores. E eu que tinha umas mais sexy. Agora nem sei que faça. Poxa. Que tipa púdica.

quinta-feira

Essas imposiçoes anti-tabágicas

Porquê? Isto estava no programa do governo? Quando se estava a discutir o casamento entre homossexuais não disseram que havia assuntos muito mais importantes para os portugueses? É isto? Houve aí mortes em catadupa de fumadores passivos? Com o desemprego a subir (ah, vejam este artigo que apanhei no Blasfémias), as empresas a fechar, nós a sermos menos ricos que os checos, resolve-se proibir os donos dos seus estaminés de os usarem como bem entenderem? Ai essas prioridades...

Mas eu estou mesmo a imaginar como é que eles se lembraram disto. São as viagenzinhas a Bruxelas. Dá-lhes a ideia de que podem legislar tudo e mais alguma coisa: o tamanho dos meloes, a cor dos táxis, o tempo de fritura das batatas-fritas. Vou avisando que se mexem com a minha liberdade de comer torresmos, frango assado com dioxinas, queijo da serra sem controle bacteriológico, vou prá rua e queimo pneus, que a paciência pra merdas destas tem limites.

P.S.: Pensando melhor, se calhar até já mexeram, que eu só como queijo do bom e torresmos em casa... Hmmm... Queres ver que já se me escapou uma manifestação.

segunda-feira

Estou apopléctica*

Só hoje é que soube (mesmo há pouquinho) que o Bandeira tem blogue!!!!

Porque é que ninguém me diz nada? Nunca ninguém me diz o que é importante. Sei dos putos todos que nasceram a gente que nem me lembra nessa porra de país e ninguém me diz que o Bandeira tem blogue?!?

* Já agora. Já não era tempo de porem esse acordo ortográfico a mexer? A ver se se tira, por exemplo, aquele "c" ali acima. Fica mesmo mal. Até as borbulhas me ficam melhor. Devem ter mais o que fazer! Como fazerem de fumo-pides.

P.S.: já devem ter dado conta, mas confirmo: hoje estou num daqueles dias...

domingo

Anúncio, actualização

Não têm chances. A pessoa espanhola em questão está a ler o meu poste As miradas do homem português. Peço desculpa pelo mau jeito.

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Há alguém em Saragoça, Espanha,
IP Address 217.127.187.# (Red de servicios IP);
ISP Telefonica de Espana

À procura de "homem português".

Boa sorte, rapazes.

Manter contacto

Dei-me conta que não fumava há meses, tantos que já não me lembrava a última vez. Fui comprar um maço. Faço questão de manter o contacto com os amigos.

sexta-feira

400

Na segunda-feira o primeiro-ministro José Sócrates vai apresentar cerca de 400 medidas para combater a burocracia.

Quatrocentas?!!

Não há por aí kriptonite?

A última vez que fui ao cinema passou uma apresentação do super-homem. Ridículo. Já me é difícil perceber a ideia de ter um extra-terrestre parolo que usa as cuecas por cima do pijama como um super-herói, mas que a coisa se repercuta até hoje ultrapassa-me. Não será tempo de um pouco de decoro? Os heróis no cinema são humanos, perfeitos e têm estilo. Sublinho estilo. Quem não é cool, não é nada. Haverá coisa menos cool que o penteado do super-homem? Se é para fazer entretenimento vazio, pelo menos sejam modernos.

segunda-feira

uma conclusão minha

que poderá ter sido publicada, mas que juro não conheço, não estou a plagiar, há coisas que toda a gente acaba por concluir, uns mais tarde que outros.

As pessoas eficientes não têm imaginação.


Cambada... [neste ponto eu digo esta palavra com muito, muito rancor].