Mostrar mensagens com a etiqueta minhas fotos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta minhas fotos. Mostrar todas as mensagens

sábado

Fotos ilustrativas do meu poste abaixo (penso eu de que)



Exposição do Bauhaus: na secção das artes plásticas e representativas (sou eu a dar-lhe o nome). Esta geringonça movia-se e supostamente criava um espectáculo de luzes. Baixinho para que ninguém nos ouça: seca... Mas para tirar fotos era realmente interessante. Havia outras cenas mais interessantes, como as pinturas (o Mondrian estava lá, e eu que não sabia que ele tinha sido influenciado por alemães) e representações teatrais (havia uma que era dançarinos assim como a estátua ali debaixo, no palco a formarem formas... perceberam? têm que ir ver).




Bauhaus em Hamburgo? Será Mondrian 3D?



Esta é uma pequena parte (eu tenho a mania de fotografar partes de coisas) de uma escultura à frente do Reichstag em Berlim, que relembra os políticos que foram perseguidos pelos nazis. Cada placa contém o nome, datas de nascimento e morte, e local da morte (geralmente um campo de concentração).

quarta-feira

O tapete de boas vindas dos noruegueses

A visitor should depart and not always be in one place.
A friend becomes a nuisance if he stays too long in the house of another.



Isto encontrei eu escrito no chão da estação de comboios no aeroporto de Oslo.

Que se lixe a peugada



Nao há respeito pelo silencio. Já todos sabemos disso, pelo menos aqueles que nao vivem em ilhas desertas e até desejam que lhes gritem. Mas está-se muito pior que no meu tempo (o que eu desejei ter idade para comecar a dizer isto). Nao se entende o silencio. Parece que o silencio é a ausencia de barulho feito por seres viventes: o bébé a chorar, o casal a brigar, o vizinho a ressonar, o cao a ladrar, até o galo ou os grilos, por estas orelhas que hao de apodrecer no humus materno, já ouvi pessoas queixarem-se que acordaram com o galo ou que nao conseguiram adormecer com os grilos! Que mundo louco é este em que vivo? Pois aí fui de bilhete de comboio na mao, acomodar-me numa carruagem para dormir, como bem dizia à entrada, para uma boa dormidela até aos Alpes Suicos. Na carruagem tinham escrito confortável, nao um adolescente qualquer, nao, grafiti formalizado e permitido, pelo que me senti confiante e até deslumbrei que aquilo tinha dois andares, olha que fino, dois andares numa carruagem. Pois, meus amig@s, nao deitei nenhuma das sobrancelhas... Descobri como é um secador do cabelo por dentro. Disseram-me que era o ar condicionado e houve grande espanto que eu em vez de me sentir confortável, como seria o óbvio sentir depois de ter lido o exterior da carruagem, me sentisse cansada, até zangada. Muito pior seria estar com os outros, a dormir 4 ou 6 no mesmo compartimento. E eu sonhei acordada com o ressonar de 5 seres humanos, em vez da ventoinha parasitica que se albergava nas paredes da minha carruagem. Há momentos em que nao suporto este mundo. E é por isso, que neste momento de publicação, eu estarei num avião, porque pelo menos é uma tortura menos demorada. Com tanto ar condicionado ainda a peugada é igual.

quinta-feira

Ficou como eu gosto



Talvez deva pôr uma história nisto. Pois andava eu a deambular numa zona sem particulares atrativos, num dia ameno em que a Primavera começa a despontar (visualizar rebentos na parte superior), quando tirei uma foto. Por falar em Primavera, ela é muito melhor cá cima.

terça-feira

No centro do poder alemão

Imaginem-se no planeta Siza Vieira e por entre vistas de curvas estilosas, brancos e sombras de vários tons, aconchegada num canto a que se tem de descer, encontram a cantina dos senhores deputados:



É muito gira, era só isso que eu vinha aqui adicionar.