Mostrar mensagens com a etiqueta blogosfera. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta blogosfera. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira

Armados

Chateia-me imenso a campanha presidencial nos EUA. Sem entrar na campanha em si, mas, para lá de que me quero manter minimamente informada, o nível de artigos nos media e blogues sobre isto está de tal forma, que eu comecei a fazer gincana. Nos artigos, as grandes QUESTOES sao:

Obama é preto demais?
Obama é magro demais?
McCain é velho demais?
McCain é rico demais?
Obama é elitista demais?
Obama é popular demais?
Obama é esperto demais?
McCain é matreiro demais?
Palin e o filho e a filha e o rebento?
Biden é palavroso demais?
Os americanos sao parvos demais?
Quanto é que eu (o tipo a escrever, nao eu!) amo Obama?

Sabem o que isto me lembra? Aqueles armados em intelectuais que se deleitam sobre filmes de qualidade duvidosa, mas que tem imenso sexo. Uma forma de ver pornografia e fazer de conta que é arte.

Aqui, nao se comentam as novelas, mas comenta-se a novela além-mar e faz-se de conta que se comenta política. Enfim...

terça-feira

A Sabine também



A Sabine é a agente secreta 00-Mafalda. Quando era pequena e destruia os livros dos meus irmaos, porque, perdoem-me, nunca fui precoce e nao me apercebi o que era dar valor ao que mais se gosta e muito menos a concepçao de respeitar o que é dos outros, entre os quais se contavam os livros do Quino com a minha heroína e com o meu alter-ego (ah, Filipe quanto sonhamos juntos), nunca me passou pela cabeça que a Mafalda me iria dar bola... :)

segunda-feira

terça-feira

Já há muito que não fazia um bom descobrimento

Pelo bl-g-x-st cheguei a este blogue que, geralmente, passa a pente fino os conhecimentos de matemática e economia dos media ou simplesmente a capacidade crítica dos jornalistas. Divertido e instrutivo. Fica anotado.

Noticia de Natal

O Pedro Arroja ameaca postes sobre os portugueses. Grande alivio. Quem e' o portugues que nao gosta de chafurdar em auto-critica? Momentos de calmia sado-divertida no horizonte. Este ano nao passo o Natal em Portugal e que dizer deste alivio que me submerge? Aaaaahhhh. Sem ser obrigada a entrar em lojas, sem ter que fingir que gostei, sem ter que participar numa peca de teatro chamada Natal. AAaaaaaah. Como e' bom o Nao Natal. Esta liberdade de ser o Natal que queremos.

sábado

A aldeia 'a direita

Eu lia o insurgente, tal como leio o blasfemias. Nao concordo bastas vezes, concordo algumas, divirto-me profusamente e indigno-me por vezes. Com os tempos comecei a ficar com uma imagem menos boa, ma', muito ma' de um tipo chamado Andre Azevedo Alves. As insinuacoes e as posicoes deste senhor eram de querer distancia e nao percebia como ninguem dizia nada. Comecei a achar que ele era o tolinho da aldeia da direita blogosferica. Aquele tipo que diz disparates, mas coitado, foi nosso colega de escola, um dia no recreio la' da direita bateu com a cabeca e ficou assim. Deixei de ler o insurgente e ok. Quando vi o poste do Basta do Tiago Gomes pensei: finalmente alguem da aldeia bateu o pe' ao tipo. A coisa desenrolou-se e fiquei a saber que o Andre Azevedo Alves nao e' o tolinho da aldeia, e' mesmo considerado um dos fidalgos e o Tiago Gomes foi corrido da aldeia por causa deste tipo. Mas se o Andre Azevedo Alves e' elemento-tabu e representativo desta aldeia, que aldeia e' esta? Acho que se devia fazer um fosso muito fundo, com umas piranhas de dentes agucados dentro, arame farpado electrificado 'a volta e mercenarios de fora para abater algum que consiga rastejar para fora. Isto no optimismo de que nao estejamos na mesma aldeia que eles. Nao estamos, pois nao?

segunda-feira

O rei vai nú

O Tiago Mendes devia ter escrito como criança, pois livrava-se do ataque (para exemplo: o Pedro Arroja e o Joao Miranda e um senhor chamado RAF, que saiu do Atlantico, onde isto anda a ferver).

O que eu gosto desta história é que parece que tudo começou com o politicamente correcto: aquela crónica alienada do JFV (onde é que ele viu pessoas perseguidas ou vigiadas ou sequer olhadas de lado, lá fora no mundo real portugues, por chamarem alguém paneleiro ou maricas? gostava de saber onde é o microcosmos.), que foi excelentemente rebatida pelo Daniel Oliveira.

Sendo que o André Azevedo Alves e os seus defensores sempre clamaram contra o PC, pela suposta liberdade de chamar as coisas pelo nome, acho piada que agora nos venham dizer que afinal o AAA é minoria protegida por esse mesmo canone.

P.S.: Ja' agora, os defensores que nomeei nao dizem que o AAA nao e' a pessoa descrita no poste do Tiago Mendes. O que eles dizem e' que o AAA e' uma pessoa de bem, expressao que eu ja' vi colada a homens que batem nas mulheres e que roubam o estado, que o que o Tiago Gomes faz e' um ataque ad hominem, como se o que aparece escrito e defendido nos postes do AAA, nao tivesse o AAA por tras, e porque estamos a falar do Pedro Arroja e do Joao Miranda, como se tudo se pudesse dizer se for sempre atraves da generalizacao. Tudo estaria bem se o Tiago Mendes nao pusesse um nome, mas se amalgamasse esse nome num grupo. O Tiago Gomes poderia criticar todos os liberais ou todos os Andres. O ataque ad grupem e' actividade consentida. Ou, se o Tiago Gomes fosse educado, devia ter-se pronunciado em privado. O RAF, por seu lado, saiu do blogue Atlantico, o que e' direito dele, nao havendo nada a apontar.

quarta-feira

Surfar

Muitos dos blogues que visito nao se encontram na minha barra lateral. Nao é que eu queira esconder o facto que os visito, mas porque estao enquadrados no passeio que geralmente é o meu ler de blogues. Há até um par de blogues que estao ali para que eu nao os esqueca. Visito-os de vez em quando, mas quero ser relembrada desse de vez em quando. Há outro par que encontrei há pouco e ando a ver se gosto. Há outro par que irei apagar, um porque estou a entrar nele por outros blogue, outro porque já perdi qualquer interesse. E há os constantes pontos de partida.

Assim, exemplificando, eu visito a partir do dois dedos de conversa, o quase em portugues e o tempo dos assassinos. A partir do blogo existo eu visito o da literatura, a natureza do mal e o a causa foi modificada desde que o maradona mudou de posto e eu nao tenho tido pachorra para mudar a morada. Provavelmente, agora que já firmei rotina, vou-o eliminar da barra lateral e por (com chapéu) outros.

Porque conto isto? Primeiro: para asseverar que as barras laterais nao sao sempre afirmacoes "politicas" ou definicoes completas de "gostos". Podem ser tambem um instrumento para o bloguista surfar na net, como é o meu caso. Segundo: (e cheguei ao destino final) os bloguistas deviam ter em atencao a sua entidade passageira e fazer o surfar mais fácil. É uma chatice aqueles blogues que nao tem ligacoes para continuar na onda. Também é chato aqueles que abrem novas janelas, porque temos de fazer uma pausa de vez em quando para as fechar. Ok?

quinta-feira

Maravilhas

Estou aqui a tentar ser sociável pelo que vou tentar responder ao Joao e numerar as minhas sete maravilhas. Portanto, uma maravilha terá que ser algo que me deixou maravilhada ao ve-la. Eu nao sou muito viajada, sou distraidissima e tenho a memoria de uma lagarta, mas aqui vai:

1) o mar. Eu poderia passar horas a olhar, ouvir, cheirar e sentir o mar. Boa Deus, estavas inspirado.
2) No ano passado quando estive numa cidadezinha perto de Denver ficava boquiaberta com os céus. Nao sei se é de viver em Hamburgo, em que parece que o céu começa a poucos centimetros da nossa cabeça numa camada eterna de nuvens cinzentas, mas penso que é mais que isso. Todos os dias haviam esculturas 3D de nuvens absolutamente maravilhosas e o azul parecia mais profundo, quase um azul impossivel.
3) A capela sistina. Indescrítivel. Estive boquiaberta umas duas horas, pelo menos.
4) A Noruega. É lindissima a cada curva e nem é preciso muito trabalho a tentar enquadrar o bonito nas fotografias. Tudo é bonito e nada é feio. Acho que é preciso procurar intencionalmente os aterros do lixo. Pena os noruegueses.
5) A ria de Aveiro e a ria Formosa. Os melhores pores-do-sol que eu vi e entao numa barca quando o ceu esta' de chumbo, mas com flechas de sol a trespassar e a fazer reflexoes incriveis na superficie da água e ,e ,e .....
6) Amesterdao, Paris e Sao Petersburgo. A primeira é a minha preferida, porque pelo menos nao foi preciso escravizar o pessoal e sugar-lhes o sangue para construir as maravilhas arquitectonicas que Paris e Sao Petersburgo contem (e os lindos resultados que deu). Amesterdao é de uma beleza especial porque é simples, humana e cosmopolita. Ou seja, pode-se dizer que é uma cidade ergonómica que maravilha pelo bem estar que nos faz sentir.
7) Entrar em Estocolmo por mar. Além disso, constitui a prova que até as maravilhas quando duram cinco horas, aborrecem.

segunda-feira

Big-Blog (uma grande opiniao, que vos deve dar prá hora do almoço)

Vejo de vez em quando afirmaçoes de hiper-importancia da blogosfera na antítese aos media escritos. Como se fossem substitui-los. Isto seria possível se os media forem tao estupidos (e digamos que é isso que andam a demonstrar) que deixem de oferecer algo que a blogosfera oferece pouco: qualidade. A blogosfera é cacarejo. É divertido, mas corococo.

Além disso, num momento em que uma pessoa é famosa, aplaudida e na escala de sucesso da actualidade, é um expoente público com base em absolutamente nada, veem-se pessoas que realmente sabem e/ou fazem serem desprezadas nessa sua qualidade, como se o que estivesse a dar nos dias de hoje é ser somente imagem ou como se a opiniao de todos em tudo tivesse o mesmo valor. Nao tem. Há um desprezo pelo especialista num ramo do saber, como se quem sabe fosse uma elite e as elites sao um perigo para a democracia. Só que há democracia e meritocracia e esta última precisa de existir para nao entrarmos numa sociedade da parvalheira. Além disso, a própria democacracia melhora se houver alguém que realmente sabe alguma coisa, porque senao é o reino das galinhas: cacarejam e nao dizem nada. Mas anotemos uma ironia imbecil: a contrataçao pelos media de galinhas. Pessoas que tem opinioes em tudo. Isto é impossivel, a nao ser para as galinhas. E é aqui que os media resvalam para a blogosfera e poderao ser ultrapassadas por ela. Porque sao tao maus que mais vale ler a blogosfera! Quer dizer, muito pessoal escreve na blogosfera e escreve nos jornais e fala nas televisoes. Este pessoal nao tem tempo para mais nada senao cagar opinioes!

Contudo, ainda é pior! Para além dos jornais serem mais de metade opiniao, os artigos já nao respeitam aquilo que aprendemos na escola do quem, onde, como, quando. Lá aparece sorrateiramente o penso eu de que. Vamos por as coisas no seu lugar: EU NAO QUERO SABER O QUE OS JORNALISTAS PENSAM. SE ELES QUEREM DIZER O QUE PENSAM QUE FAÇAM UM BLOGUE.

E esta praga do opinianismo alastra-se! Os juízes do Supremo arrogam-se a capacidade de opinar sobre a psicologia do sofrimento, a psicologia educativa, a psicologia da mini-saia no predador-macho, definirem relativismos nisto e nisto basearem sentenças! (Para além que pelas suas opinioes (e isto obviamente é a minha opiniao) já cá andavam quando moisés dividiu o mar vermelho!).

Vejo um fenómeno interessante na blogosfera, que é o lamento de haver blogues da primeira liga (como dizem), como se muitos deles o fossem nao só porque os seus autores sao famosos para lá da blogosfera, mas alguns deles, sao-no porque fazem e escrevem coisas com qualidade (nem que seja qualidade blogosférica). É preciso pensar nesses filtros. Contudo, conceda-se que há pessoal instalado, bastante capaz numa área, a mandar bitaites professorais (e é esta pretensao-pavao que eu acho desonesta) onde nao sabem nada, simplesmente empoleirados na sua fama. Mas nós temos de avaliar de onde saiem as palavras, o que vale quem diz no que fala. E relativizar muito.

Na blogosfera, todos tem opiniao sobre tudo e acham-se no direito de exigir que os outros deem valor ao que escrevem porque está escrito, ainda que como opiniao, o seu valor depende da sua base. Mas, dizem eles, praga das pragas, que quem nao lhes dá atençao é porque é parvo, vendido, nao vemos os inconformistas, os reformadores, os cristos, os profetas, a luz! (Isto lembrou-me "A vida de Brian" dos Monthy Phyton...). Desculpem amigos, o messias já cá esteve e andou. Um pouco de humildade, s'il vous plait. A vossa opiniao, sem mais, tem a importancia que eu lhe dou e eu, e isto é a minha opiniao, nao sou parva.

Uma opiniao é livre, mas para acedermos a algo mais que um monte de palavras que se enfiam em regras gramaticais, com umas ideiazitas por baixo (até o padre da Banheira-de-Cima tem ideiazitas), é preciso mais que somente a capacidade de juntar palavras. Deveriamos poder vislumbrar saber e é esse saber que dá valor a uma opiniao para lá do momentaneo, do conversacional, do social de todos os dias, que antes ficava perdido no ar e que agora fica escrito nos computadores que dao forma 'a internet. Mas ainda que escrito, provavelmente vale menos que nada. Alguém com saber na base da sua opiniao, constrói nao só uma opiniao, mas uma estrutura racional que desagua num horizonte largo em que quem leu progrediu em saber. Saimos do universo das sensibilidades e superficialidades. Os nossos postes sao conversa, a nao ser que haja substancia por baixo. Para sermos verdadeiros á natureza do que é a blogosfera, todos nós deveriamos 99.9999999% fazer exactamente o que o maradona faz: apagar e sermos honestos relativamente 'a efemeridade e banalidade do que escrevemos. Isto é tudo um imenso e divertido cocorococo. Os media deveriam compreender isto, deixar a blogosfera de lado e darem-nos a qualidade de que necessitamos. Senao que anotem que a sua desvalorizaçao nao se deve 'a blogosfera, mas ao facto de serem blogosfera num formato que nao se adequa 'a blogosfera. A tristeza é que acabaremos esmilhafrados num Big-Blog.

Concluindo: isto é conversa de café e muito, muito raramente chega alguém com algo que valesse a pena ficar registado. Lixo, lixo, que se impregna nos átomos. Por isso, párem de narcisismos bacocos, jornais párem de nos importar (ó lástima, ó mundo, o joao miranda a opinar em papel, o maior googlador depois do próprio john google!), que eu sou condessa e me poem tensa.

terça-feira

Liberdade de expressao

O Pedro Arroja tem ideias peregrinas. Várias vezes fiquei de cabelos no ar com as suas generalizaçoes dantescas e na semana passada aquando dos seus postes sobre a emancipaçao feminina, apanhei-me a chamá-lo alienado. Mas no mundo há um valor superior: a liberdade de expressao. Falando concretamente da blogosfera, para mim o maior pecado blogosférico nao é o anonimato, o franco-atirador das caixas de comentários, os comportamentos burgessos, mas o corte de liberdade de expressao, o que for, mesmo a expressao que nos poe o cabelo de pé. O Pedro Arroja abandonou o Blasfémias, no que se desconfia ser censura. O liberalismo do Blasfémias vai de vento em popa {toda a ironia possivel nesta frase}. Notem bem: o Blasfémias provavelmente censurou as ideias de um dos seus elementos. Isto para mim é gravíssimo.

quinta-feira

Tres coisas que me chateiam na blogosfera

Ir ao abrupto e achar que o JPP tem razao, ir ao blasfemias e nao conseguir ignorar o Joao Miranda e ir ao tasco do maradona e rir-me das javardices. Devo dizer que hoje estou super-chateada com o maradona.

gargalhadinha

[...]"o forte de Pacheco Pereira está precisamente em ser uma Nossa Senhora da Agonia com barbas."

p.s.: e' bom ver que esta' tudo na mesma na blogosfera.

sábado

Novela de Verão

A novela do ataque informático ao Abrupto andava divertida. Mas agora está nos píncaros. Brilhante. Mais episódios, por favor. Estou fã.

terça-feira

O meu crescimento interior

Nestes últimos dias recolhi mais uma prova de que sou de esquerda porque defendo o Zidane na sua cabeçada ao neandertal Materazzi, compreendi que o novo complexo sebastianista de Portugal é o Mourinho, complexo esse de que eu própria sofro, e que o estatuto do CO2 como poluente é em si uma bela discussão filosófica. É nestes momentos que percebo o que a blogosfera faz pelo meu próprio auto-conhecimento como pessoa, como portuguesa e como profissional. Quer dizer, é espantoso.

Do que esta blogosfera precisa...

... é de uma revolução francesa.

segunda-feira

Divertido

Na caixa de comentários d' O Mundo Perfeito está um que é de partir o coco a rir. É a criticar o Dom Pereira, o espreita, mas não é por isso que aqui o ponho. Tem bués de piada. É o quarto a contar de cima! Se querem contraditório, leiam o poste, que é a apoiar o texto do cronista, pela Isabela.

O último capítulo

Ontem entretive metade do meu tempo na caixa de comentários do Lutz a discutir o texto do Dom Pereira, o espreita. Discuti com boa-fé (fui acusada do oposto), enganei-me, o texto do jpp foi por mim compreendido melhor e no meu passeio de descompressão (normal, não tem a ver com o que estive ontem a fazer) estive a rematutar no assunto. As minhas críticas ao texto continuam as mesmas, se bem que o texto está mais bem escrito do que eu lhe dava crédito. Eu, na verdade, estava a achar esquisito que alguém cuja profissão é escrever, escrevesse tão mal. Em termos de conteúdo, ele misturou tudo e criou um Frankenstein. Mas criou-o não por ser mau médico, criou-o por ser isso mesmo que quer.

Este é o fim. Bem, o fim deste episódio, porque haverá outras investidas contra os "anormais". E esses "anormais" são quem? São só os sabotadores da blogosfera?

O que ele chama luta de classes está aí. A minha posição deixo-a clara: desagradam-me polícias da virtude, seja qual for a descendência.