quinta-feira

Hoje não

Dias de escorrer vidros pelos dedos. Dias de não raiva, nem dor, só descontrole controlado por entre suspiros gemidos. Abre-se a boca e um bafo quente descontente sobe matando ideias. Esvai-se o bip bip pelos olhos enquanto se imagina a queda. Dias de inverno por entre a frialdade das emoções. E amanhã vem sol.

2 comentários:

Luis disse...

Conheço um gajo que acho que sabe do que estás a falar.

Um amigo dum amigo dum amigo.

abrunho disse...

:)