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segunda-feira

Arte e sociologia





Enquadramento jornalístico: The project immersion

By halfway through 2009, Cooper thinks he will have enough material to mount the first exhibition. 'Unreality is interesting,' he says. 'As a photojournalist, you're meant to look at moments of extreme emotion. It seemed to me, after a while of doing that… that is unreal as well. As Baudrillard said, the proliferation of images means we live in an increasingly unreal, mediated world. It's a challenge to try and capture that because you have to start dealing with the medium itself.'



A página do artista: Immersion blog

quinta-feira

Nada para fazer

Estou aqui a secar e lembrei-me de um jogo que fiz ontem na net e que agora nao acho. Aquilo é americano e é um conjunto de fotos que vao aparecendo no ecran. Se a pessoa na foto tem uma arma na mao carrega-se numa tecla, se tiver uma carteira ou um telemóvel ou uma lata, carrega-se noutra tecla. As pessoas ou sao pretas ou sao brancas. Consoante os erros e o tempo que demoramos a carregar as teclas é-se medido o racismo latente. Antes do teste nao me é perguntada a raça (sou branco), pelo que fiquei na dúvida, mas parece que os pretos tem o mesmo racismo que os brancos, concluindo-se assim que o racismo é cultural. Nao interessa a cor da minha pele, eu vou sempre achar que branco é que é. Foi assim que compreendi a premissa. Joguei o jogo e dos resultados que eles mostram (os tempos quando preto-arma-mau, preto-bom, branco-arma-mau, branco-bom) concluí que mato mais depressa um branco que um preto, mas demoro mais tempo a acreditar que um preto possa ter uma carteira ou um telemóvel. Ou seja, nao há conclusoes definitivas da minha boa pessoalidade.