segunda-feira

Arte e sociologia





Enquadramento jornalístico: The project immersion

By halfway through 2009, Cooper thinks he will have enough material to mount the first exhibition. 'Unreality is interesting,' he says. 'As a photojournalist, you're meant to look at moments of extreme emotion. It seemed to me, after a while of doing that… that is unreal as well. As Baudrillard said, the proliferation of images means we live in an increasingly unreal, mediated world. It's a challenge to try and capture that because you have to start dealing with the medium itself.'



A página do artista: Immersion blog

6 comentários:

Helena disse...

Lembra-me uma série de fotografias que vi no ano passado: miúdos em frente à televisão.
Assustador.

(que cara faço eu quando estou na blogagem?...)

abrunho disse...

Eu tenho uma gravaçao minha a surfar na net, que fiz por acidente. Nao fiz muitas caretas, só no momento em que me dei conta que me estava a gravar: as sobrancelhas a juntarem-se na questao, a separarem-se outra vez na compreensao e depois a gargalhada final. Nada de original ou assustador.

abrunho disse...

Como foi o proselitismo de fim-de-semana?

Helena disse...

Nem queiras saber: converti-me a São Paulo!
Logo ele, que era o meu inimigo preferido no Novo Testamento.

E fiquei a saber porque é que a cruz é umo símbolo menos importante num altar.

Agora faço parte de uma pequena seita de iluminados.

abrunho disse...

Explicaçao?

Helena disse...

Sobre o São Paulo ou sobre a cruz?
Um dia destes vai sair o post sobre o São Paulo, mas o resumo é este: a culpa é do tradutor. Aquelas coisas esquisitas que ele escrevia são resultado de uma tradução assim a modos que.

Quanto ao altar: lá na igreja de Nuremberga onde estive, a cruz é pequena (mas muito bela) e a mesa está no centro do altar, sob um cordeiro pascal medieval que marca o centro do tecto em ogiva. A teoria: o que é realmente central para os cristãos é viver na comunhão de Cristo (a mesa), e não no mistério da morte e ressurreição (a cruz).