segunda-feira

Israel recusa contactos com o Governo Palestiniano

na Aljazeera.

A não ser que o Hamas renuncie à violência e reconheça a existência do estado de Israel. Nos entretantos, o estado de Israel vai também exercitando o dedo no gatilho.

Suspiremos em uníssono.

10 comentários:

João Melo Alvim disse...

Não há outro remédio senão suspirar mesmo... Está-se mesmo a ver que o Hamas iria renunciar à violência. Tanto como Israel nem "agradece" esta falta de resposta para continuar a avançar unilateralmente para uma solução que imponha de facto (o muro) o que de direito continua sempre nebuloso, para não dizer surreal.

PS: o acordo ortográfico é que me deixa a mim apopléctico.

abrunho disse...

A mim já me deixou, mas cada vez penso mais na lingua escrita como um instrumento vivo e nao um deposito de fosseis linguisticos.

João Melo Alvim disse...

Evolução sim, mas não por decreto.

abrunho disse...

Pelo menos tem que existir alguma associaçao de linguistas (?) que decida quando uma modificaçao linguistica é de tal forma comum que deve-se passar a ensinar nas escolas.

João Melo Alvim disse...

Eu sinceramente gosto daquelas letras a mais. Concebo que possam desaparecer, por uma questão, no mínimo, fonética, mas há coisas que não consigo: ler em português do Brasil é um verdadeiro suplício.

A esse propósito, descobri As Memórias de Churchill numa livraria e comprei logo, estranhado não ter lido nada acerca do lançamento. Quando comecei a ler o livro, ia-me dando uma coisa má: é que ler Irã, Iugoslávia e Tchecoslováquia arreliam-me...

Voltando à questão linguística, e passando o exagero, temo que o que passe a ser ke...

abrunho disse...

Mas esse seria um dos beneficios do acordo ortografico! Se houvesse uma aproximaçao do português do Brasil e de Portugal talvez nao existissem estas alergias! Confesso que eu também nao consigo ler livros do Brasil a nao ser que sejam romances de escritores brasileiros. Isto é triste.

abrunho disse...

"ke" nao é português, é msn-ês e sms-ês!

João Melo Alvim disse...

Eu gosto muito do oceano e de outras coisas a separarem-nos. Penso que este será um processo que tranquilamente decorrerá. Não é preciso apressá-lo. E para mais, há diferenças que até são bem engraçadas, apesar de tudo.

Quanto ao ke, melhor dizendo k, do que tenho visto, isso é mais português que outras coisas, hellas.

abrunho disse...

O tempo só afastará os dois falares e escreveres. Eu nao me importo com as diferenças, quando sao palavras e expressoes diferentes, mas a alergia que falei existe, é triste e é devida a fonéticas similares, mas escritas diferentes. Talvez se possa ultrapassar isto. Nunca tentei e prefiro ler em ingles. De novo triste. Prefiro o acordo ortográfico.

Eu escrevo outro português: eu escrevo q.

João Melo Alvim disse...

E dois. Escolas, é o q é...